Na tarde desta quinta-feira (30), a Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana, prendeu uma mulher de 53 anos, acusada de furtar joias da casa onde trabalhava como diarista, no condomínio residencial Trípoli, localizado na Avenida Nossa Senhora de Fátima em Americana (SP).
A ação fez parte da operação “quinta-feira da diarista”, deflagrada após denúncias de que a vítima vinha notando o desaparecimento de diversas joias logo após os dias de faxina realizados pela funcionária. Diante da suspeita, os investigadores montaram uma campana na parte externa do condomínio e aguardaram a saída da mulher.
Durante a abordagem, a diarista negou qualquer envolvimento nos furtos, mas os policiais encontraram em sua bolsa uma pulseira escondida em um compartimento secreto. A joia foi imediatamente reconhecida pela vítima como sendo de sua propriedade.
Os agentes seguiram então até a residência da mulher, onde localizaram outras peças semelhantes a ouro, que foram apreendidas para análise e eventual reconhecimento de possíveis outras vítimas.
Na sede da DIG, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante da mulher pelo crime de furto mediante abuso de confiança, previsto no artigo 155, parágrafo 4º, inciso II do Código Penal.
A Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar se há mais vítimas que possam ter sido lesadas pela mesma diarista em outras residências da região.
Entenda o nome da operação “quinta-feira da diarista”
O nome da operação foi inspirado no dia em que a autora costumava trabalhar na residência da vítima — sempre às quintas-feiras —, data em que os furtos teriam ocorrido. A DIG utilizou essa informação para nomear a ação policial que levou à prisão da criminosa em flagrante.













