Na manhã desta segunda-feira (10), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço da operação Rosas de Aço contra importunação sexual em ônibus nas rodovias federais, realizada entre os dias 2 e 8 de março em todo o estado de São Paulo.
Durante a ação, equipes da PRF realizaram fiscalizações em ônibus de transporte coletivo com o objetivo de orientar passageiros e motoristas sobre a importância da denúncia em casos de importunação sexual.
Ao longo da semana, mais de duas mil pessoas foram alcançadas pelas atividades educativas promovidas durante as abordagens realizadas nas rodovias federais que cortam o estado.
As equipes também destacaram o papel das testemunhas em situações desse tipo, reforçando que a colaboração da sociedade é essencial para combater esse tipo de crime. Segundo a PRF, a denúncia rápida pode ajudar na identificação do autor e na proteção da vítima.
A operação Rosas de Aço contra importunação sexual em ônibus nas rodovias federais também reforçou orientações sobre como agir em caso de ocorrência dentro do transporte coletivo.
Em situações de importunação sexual dentro de ônibus, a recomendação é comunicar imediatamente o motorista e solicitar parada no posto policial mais próximo. Outra orientação é entrar em contato com a Polícia Rodoviária Federal por meio do telefone de emergência 191, disponível 24 horas por dia.
A importunação sexual é considerada crime no Brasil e ocorre quando alguém pratica ato de cunho sexual sem o consentimento da vítima, como gestos de conotação sexual, comentários constrangedores ou contato físico indesejado.
Entenda o nome da operação Rosas de Aço
O nome Rosas de Aço simboliza a força, resistência e coragem das mulheres diante da violência e do assédio.
A denominação também reforça a importância da proteção e do respeito às mulheres nos espaços públicos, especialmente em ambientes de transporte coletivo, onde casos de importunação sexual podem ocorrer.
A iniciativa busca fortalecer a prevenção, incentivar denúncias e ampliar a conscientização sobre o combate à violência contra a mulher.










