Na manhã desta segunda-feira (09), a Polícia Penal (PP) destacou a presença de mulheres no GIR da Polícia Penal de São Paulo, grupo considerado a tropa de elite do sistema prisional paulista e responsável por atuar em situações críticas dentro das unidades prisionais do estado.
A atuação das mulheres no GIR da Polícia Penal de São Paulo tem ganhado cada vez mais reconhecimento desde a criação oficial da corporação, há um ano. O grupo especializado é acionado quando ocorre quebra da ordem nos presídios, exigindo preparo técnico, disciplina e rapidez nas intervenções.
Com treinamento constante e alto nível de comprometimento, as policiais penais femininas vêm conquistando espaço em uma área historicamente marcada pela predominância masculina. A presença feminina nas equipes reforça a importância da diversidade dentro da segurança pública e demonstra que essas profissionais estão preparadas para atuar em cenários de alta complexidade.
Uma das policiais penais que integra essa realidade atua na segurança interna da Penitenciária Feminina Sandra Aparecida Lário Vianna, localizada em Pirajuí, no interior do estado. Além das atividades na unidade, ela participa das intervenções realizadas pelo grupo em presídios da região.
A profissional afirma sentir orgulho em fazer parte da Polícia Penal e do grupo especializado, destacando que trabalhar na corporação representa a realização de um propósito voltado à segurança e à manutenção da ordem dentro do sistema prisional.
Outra policial penal, com mais de duas décadas de atuação no sistema penitenciário, afirma que a maior motivação na carreira é servir de exemplo para a família e mostrar que a profissão exige coragem, responsabilidade e equilíbrio emocional.
Segundo ela, integrar a corporação representa exercer uma função essencial para a segurança da sociedade, enfrentando diariamente desafios que exigem preparo técnico e resiliência.
GIR: a tropa de elite do sistema prisional paulista
O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) é uma equipe especializada da Polícia Penal responsável por atuar em situações críticas dentro dos presídios, como rebeliões, tentativas de fuga e ocorrências que possam comprometer a segurança das unidades prisionais.
Os integrantes passam por treinamento rigoroso e estão preparados para agir rapidamente em cenários de alta complexidade. Com o avanço da participação feminina, as mulheres no GIR da Polícia Penal de São Paulo representam também um avanço institucional, evidenciando o crescimento da presença feminina em funções operacionais estratégicas da segurança pública.














