Na manhã desta quinta-feira (2), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Predadores apura assédio sexual, com o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão para investigar possíveis crimes de importunação sexual e de assédio sexual ligados a fatos ocorridos em um conselho federal, autarquia sediada em Brasília (DF).
A investigação teve início após informações encaminhadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que apontaram possíveis práticas de abuso de poder, assédio moral e sexual no ambiente institucional. As medidas buscam reunir provas sobre as condutas investigadas e identificar eventual participação de outras pessoas nos fatos apurados.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Santana de Parnaíba (SP). De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por importunação sexual e assédio sexual, além de outros crimes que possam ser identificados no decorrer da apuração.
Nome da operação Predadores reforça foco da investigação
O nome Operação Predadores faz referência ao foco da apuração sobre possíveis condutas de abuso e assédio dentro de um ambiente institucional. Na lógica da investigação, o termo destaca a gravidade das suspeitas e a necessidade de identificar responsabilidades, reunir elementos de prova e proteger o ambiente de trabalho contra práticas abusivas.
A Operação Predadores apura assédio sexual em uma autarquia federal e segue em andamento pela Polícia Federal. As informações levantadas durante as buscas serão analisadas pelos investigadores para definir os próximos passos do caso.

















