Na manhã desta quinta-feira (09), a Polícia Militar (PM) prendeu um homem por quatro tentativas de homicídio em Americana (SP), após ataques com faca na região da Rua Tibiriçá, no bairro Vila Rasmussen. A ocorrência teve início após chamado para atendimento de vítima ferida por arma branca nas imediações da passarela da Rua das Petúnias.
Com as características repassadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar, os policiais iniciaram buscas pela região e localizaram o criminoso na Rua Tibiriçá, próximo ao número 533. Ao perceber a aproximação da equipe, ele jogou uma faca na garagem de uma residência, onde foi abordado e detido.

Durante a ocorrência, a PM constatou que outras três pessoas também haviam sido feridas em pontos diferentes. Uma vítima foi localizada na Rua das Violetas, outra na Rua Ari Meireles, e uma terceira procurou a equipe policial, sem que o local exato do ataque fosse confirmado.
Ao todo, quatro vítimas foram socorridas. Uma delas foi encaminhada em estado grave para atendimento médico de urgência. Outras três receberam atendimento na UPA São José e uma foi levada para a Unimed. As idades das vítimas não foram informadas no boletim policial.
Após a prisão, o homem foi levado ao Hospital Municipal e, em seguida, apresentado na Central de Polícia Judiciária.
A Polícia Civil ratificou a prisão em flagrante pela prática de quatro tentativas de homicídio, com qualificadoras, e o preso permaneceu à disposição da Justiça.
A PM prende homem por quatro tentativas de homicídio em Americana após rápida mobilização das equipes, que localizaram o suspeito ainda na região dos ataques e apreenderam a faca apontada como usada nos crimes.
Entenda o caso
Segundo o registro policial, os ataques ocorreram em sequência na manhã desta quinta-feira, em vias próximas da região da Rua Tibiriçá. A Polícia Militar foi acionada inicialmente para uma vítima ferida perto da passarela da Rua das Petúnias, mas, durante o atendimento, outras três vítimas foram identificadas em diferentes pontos.
Nenhuma morte foi informada no boletim. Por isso, os nomes das vítimas não foram divulgados na matéria.

















